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MA2: Tienen Emociones los Animales?? 1/5

La Mente Animal. Tienen Emociones los Animales?? La emocion en los animales considera la cuestion de si ciertas especies de animales no humanas tienen la capacidad de sentir emociones, en el sentido en el que los seres humanos lo entendemos. El debate se ha enfocado basicamente en los mamiferos, y de entre ellos los primates, aunque las emociones tambien han sido estudiadas en vertebrados en general. Diferentes teorias y creencias han sido puestos en debate a traves de la historia humana, de parte de cientificos, filosofos, amantes de los animales y otros quienes han interactuado con animales. Pero la pregunta basica "Tienen emociones los animales?" ha probado ser muy dificil de responder, ya que no podemos obtener respuestas habladas o a traves de un lenguaje entendido por humanos y animales; tampoco podemos asumir antropomorfismo, es decir, atribuir caracteristicas humanas a los animales ya que cada especie percibe el mundo de manera diferente. Como resultado de esta dificultad, por un lado se asume dentro del marco legal de muchos paises que los animales pueden por lo menos sentir dolor, al penalizar los actos de "crueldad contra los animales", y aun asi por otro lado, se esta lejos de comprender si los animales realmente sienten en el amplio sentido en el que lo entendemos y vivimos nosotros. Muchas veces, surgen expresiones de aparente placer en algunas especies pero esto puede ser muy ambiguo asi como tambien no queda claro si esa expresion constituye en si una emocion o simplemente es una respuesta innata, quiza para buscar aprobacion por parte de sus semejantes o superiores o quiza por algun otro motivo que desconocemos. Esta ambiguedad es fuente de mucha controversia por el hecho de que no hay certeza en cual punto de vista, si es que hay alguno, es el correcto. Los psicologos conductistas mas fundamentalistas podrian de hecho asumir que ultimadamente, todos los sentimientos humanos son tambien un simple mecanismo de respuesta innato a estimulos externos. En años recientes, las investigaciones se han aproximado mas a la comprension del lenguaje de los animales, de sus capacidades mentales, del uso de herramientas en algunas especies, e incluso de la sexualidad. Las emociones surgen en el sistema limbico en los humanos, parte del cerebro que compartimos en comun con mamiferos y otras especies animales. Les dejo la pregunta a uds. Tienen emociones los animales?? Podran tener algunas especies emociones complejas como el amor, la vergüenza, la empatia o la nostalgia?? se deprimen? o sufren trastornos psicologicos?? saludos.


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Entendendo o Anarquismo (1/6)

Anarquismo (literalmente "sem poder"): Movimento social-político-filosófico que defende uma organização social baseada em consensos e na cooperação de indivíduos livres e autónomos, mas onde à partida sejam abolidas entre eles todas as formas de poder. A Anarquia seria assim uma sociedade sem poder, dado que os indivíduos de uma dada sociedade, se auto-organizariam de tal forma que garantiriam que todos teriam em todas as circunstâncias a mesma capacidade de decisão. Esta sociedade, objecto de inúmeras configurações, apresenta-se como uma "Utopia" (algo sem tempo ou espaço determinado). É um ideal a atingir. As origens do anarquismo, entroncam directamente na concepção individualista dos direitos naturais defendida por John Locke. A sociedade para este filósofo inglês era o resultado de um contrato voluntário acordado entre individuos iguais em direito e em deveres. No entanto foi só a partir do final do século XVIII que o anarquismo se veio a estruturar como uma corrente política autónoma, com seguidores em toda a parte do mundo. Entre os seus teóricos contam-se pensadores tão diversos como William Godwin (1773-1836), P.J.Proudhon (1809-1865), Bakunine (1814-1870), Kropotkin (1842-1921) ou o português Silva Mendes. A intervenção política dos anarquistas, pouco inclinados à constituição de grandes organizações, embora muito dispersa tem historicamente se centrado a sua luta na defesa de seis ideias: 1. Direitos Fundamentais dos Indivíduos. Os anarquistas, como os liberais foram os primeiros retirar das ideias de John Locke profundas implicações politicas. Em primeiro lugar a ideia da primazia do indivíduo face à sociedade. Em segundo, a ideia de que todo o indivíduo é único e possui um conjunto de direitos naturais que não podem ser posto em causa por nenhum tipo de sociedade que exista ou venha a ser criada. 2. Acção Directa. Recusando por princípio o sistema de representação, os anarquistas afirmam o valor da acção directa do indivíduo na realidade social. Este conceito foi interpretado no final do século XIX/princípios do século XX, por alguns anarquistas, como uma forma de actuação política, cometendo assassinatos de figuras políticas que diziam simbolizarem tudo aquilo que reprovavam ( a célebre propaganda por factos). 3. Crítica dos Preconceitos Ideológicos e Morais. Uma das suas facetas mais conhecidas pela sua crítica irreverente à sociedade. Com a sua crítica demolidora dos preconceitos sociais pretendem destruir todas as condicionantes mentais que possam impedir o indivíduo de ser livre e de se assumir como tal. 4. Educação Libertária. Os anarquistas viram na educação um processo de emancipação dos indivíduos, acreditando que por esta via podiam lançar as bases de um nova sociedade. 5. Auto-organização. Embora recusem qualquer forma de poder, a maioria dos anarquistas não recusa a constituição de organizações. Estas devem contudo ser o resultado de uma acção consciente e voluntária dos seus membros, mantendo entre eles uma total igualdade de forma a impedir a formação de relações de poder (dirigentes/dirigidos, representantes/representados, etc). É por esta razão que tendem desconfiar ou combater, as grandes organizações porque nelas a maioria dos indivíduos tendem a ser afastados dos processos de decisão. Os anarquistas estão desde o século XIX ligados à criação de sociedades mutualistas, cooperativas, associações de trabalhadores (sindicatos e confederações, etc), ateneus, colónias e experiências auto-gestionárias. Em todas estas formas de organização procuram em pequena ou grande escala ensaiar a sociedade que preconizam. 6. Sociedade Global. Um dos seus grandes ideais foi sempre a constituição de uma sociedade planetária que permitisse a livre circulação de pessoas ou o fim das guerras entre países. É neste sentido que alguns anarquistas, como P. Kropotkin, viram no desenvolvimento das tecnologias de comunicação e informação um meio que poderia conduzir ao advento da Anarquia. A defesa destas ideias tem caracterizado o movimento anarquista internacional, ao longo dos seus duzentos anos de existência. FONTE: http://afilosofia.no.sapo.pt/11Anarquismo.htm


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Redes El suicidio se puede evitar eduardo punset (Parte 1)

Programa REDES dirigido por Eduardo Punset, cuya finalidad es la divulgacion cientifica. 1er trozo del video


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Lula X FHC: TV Vermelho compara o que mudou para o Brasil

Duas eras, dois mandatos, dois presidentes com biografias distintas. A TV Vermelho comparou, em diversos temas, os oito anos do governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB) com os oito anos do governo Luís Inácio Lula da Silva (PT). Veja o que cada um fez pelo Brasil.


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