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CAMINO DEL CID - MUCHOVIAJE.COM
By muchoviaje

http://burgos.muchoviaje.com/ - CAMINO DEL CID (ESPAÑA) Ruta turística y cultural española, señalizada como sendero de Gran Recorrido GR-160. Sigue el camino que Rodrigo Díaz de Vivar (el Cid Campeador) realizó en su destierro desde Castilla a Valencia, ordenado por el rey Alfonso VI de Castilla a finales del año 1080 o comienzos del 1081. A lo largo del camino, de unos 1.025 km de longitud, se recorren los lugares asociados tanto a la biografía real del Cid como a la figura literaria del Cantar de Mío Cid. La ruta se divide en 10 tramos, con origen en la localidad burgalesa de Vivar del Cid y destino en la ciudad de Valencia. Atraviesa las provincias de Burgos y Soria (Comunidad autónoma de Castilla y León), Guadalajara (Comunidad autónoma de Castilla-La Mancha), Zaragoza y Teruel (Comunidad autónoma de Aragón), Castellón y Valencia (Comunidad autónoma de la Comunidad Valenciana).


Tags: castilla, documen..., escapadas, españa, europa, excursiones, hotel, hoteles, león, muchoviaje, reportaje, travel, turismo, vacaciones, valencia, viajes, vuelos
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Eva Golinger 1/3 Documento oficial fuerza aérea Estados Unidos bases militares Colombia
By TVZL

http://www.chavezcode.com/2009/11/bre...
THURSDAY, NOVEMBER 5, 2009
BREAKING NEWS: Official US Air Force Document Reveals the True Intentions Behind the US-Colombia Military Agreement *
By Eva Golinger

An official document from the Department of the US Air Force reveals that the military base in Palanquero, Colombia will provide the Pentagon with an opportunity for conducting full spectrum operations throughout South America This information contradicts the explainations offered by Colombian President Alvaro Uribe and the US State Department regarding the military agreement signed between the two nations this past October 30th. Both governments have publicly stated that the military agreement refers only to counternarcotics and counterterrorism operations within Colombian territory. President Uribe has reiterated numerous times that the military agreement with the US will not affect Colombias neighbors, despite constant concern in the region regarding the true objetives of the agreement. But the US Air Force document, dated May 2009, confirms that the concerns of South American nations have been right on target. The document exposes that the true intentions behind the agreement are to enable the US to engage in full spectrum military operations in a critical sub-region of our hemisphere where security and stability is under constant threat from narcotics funded terrorist insurgenciesand anti-US governments

The military agreement between Washington and Colombia authorizes the access and use of seven military installations in Palanquero, Malambo, Tolemaida, Larandia, Apíay, Cartagena and Málaga. Additionally, the agreement allows for the access and use of all other installations and locations as necessary throughout Colombia, with no restrictions. Together with the complete immunity the agreement provides to US military and civilian personnel, including private defense and security contractors, the clause authorizing the US to utilize any installation throughout the entire country - even commercial aiports, for military ends, signifies a complete renouncing of Colombian sovereignty and officially converts Colombia into a client-state of the US.

Más en: http://www.chavezcode.com/2009/11/bre...


Tags: acuerdo, america, bases, colombia, de, declaracion, documen..., eva, fuerza, golinger, guerra, la, latina, militares, nobel, obama, paz, telesur, venezuela, vtv
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Reserva Raposa Serra do Sol-Jornal da Globo parte 3/3
By oberrodaformiga

http://oberrodaformiga.blogspot.com
O laudo antropológico feito para justificar a demarcação em área contínua da Reserva Raposa Serra do Sol foi uma fraude. Essa é a afirmação feita pelo historiador roraimense Riobranco Brasil, que disse ter provas conclusivas que alegam que apenas uma pessoa elaborou o documento, ao invés de um grupo de trabalho, como mandava a Justiça. O historiador caracteriza o laudo como a maior peça farsante já produzida e que chegou a induzir as autoridades federais, na ocasião, o presidente Luizs Inácio Lula da Silva e o então ministro da Justiça, Marcio Thomaz Bastos, para oficializarem a demarcação da área indígena.
Os autos que comprovam a farsa estão reunidos no livro do autor, "Pedra Pintada, o Templo Sagrado", ainda em fase de publicação. Nele, Riobranco afirma que o grupo técnico, recrutado pela Funai para elaborar o relatório antropológico, nunca existiu. "O que se chama grupo se resume apenas em uma pessoa: a antropóloga Maria Guiomar de Melo, que foi a única que assinou o relatório", disse o historiador. "É de se supor que ela estivesse representando todo o grupo dos 27 técnicos das várias instituições envolvidas".
O processo de pesquisa foi realizado entre 1991 e 1993. Os 27 técnicos eram representantes da então Secretaria estadual de Meio Ambiente, Interior e Justiça de Roraima (Semaijus), por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), por membros do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) e do Conselho Indígena de Roraima (CIR).
O grupo interinstitucional foi formado por dez índios indicados pelo CIR. Segundo Riobranco, isso demonstra a parcialidade por não constar representações de outras instituições e dos índios contrários à demarcação em área contínua. "Além do fato de o relatório não representar o pensamento dos membros do grupo técnico, é considerável a pouca representatividade desse grupo constituído pela Funai".
Para o pesquisador, a Assessoria Jurídica do Governo do Estado deve entrar com uma ação judicial pedindo a anulação do laudo e, conseqüentemente, a anulação da homologação de Raposa Serra do Sol.
Além disso, a Assembléia Legislativa deve convocar para depoimento a antropóloga Maria Guiomar de Melo, apontada como a responsável pela elaboração do laudo. "Ela vai ter que se explicar sobre a elaboração fraudulenta desse documento, que em nada justifica a operação da Polícia Federal de retirada dos não-índios da terra indígena".
O historiador afirma que um fato, semelhante ao que ocorre na Raposa, aconteceu há 104 anos, em que o Brasil perdeu uma gleba de 19.630 km para a Inglaterra. Trata-se da questão do Pirara, região localizada na época a Leste do Estado de Roraima.
Alegando estar proporcionando a exploração da riqueza britânica, o império inglês enviou ao lugar o explorador prussiano Robert Hermam Schomburgk, em 1835. Mais tarde, sob o argumento britânico de o território ser ocupado por tribos independentes que reclamavam a proteção inglesa, o Brasil reconheceu provisoriamente a neutralidade da área em litígio e retirou seus funcionários e o destacamento militar, com a condição de que as tribos continuassem independentes.
Logo, em 1842, uma expedição militar liderada por Schomburgk colocou marcos fronteiriços, demarcando a fronteira sem a anuência do governo brasileiro.
O feito foi chamado de "Linha Shomburgk". A questão se prolongou até 1904, quando, por fim, o Brasil aceitou o laudo arbitral do rei Vitor Emanuel III, da Itália, que deu ganho de causa à Inglaterra, perdendo o Brasil 19.630km2 de seu território (o rei italiano concedeu de volta ao Brasil os outros 13.570 km2) e, conseqüentemente, os afluentes da bacia do Essequibo. Com a conquista, a Inglaterra obteve acesso às águas do Rio Amazonas pelos rios Ireng e Tacutu.
"A argumentação de Schomburgk para que o Brasil perdesse a questão do Pirara é a mesma mentira que estão argumentando para o país perder Raposa Serra do Sol", disse Riobranco. "Naquela época, o rei italiano Vitor Manuel usou os índios como escudo e hoje a história se repete. Outros italianos estão usando novamente os índios como escudo".
Fabio Cavalcante é historiador
Tribuna da Imprensa


Tags: amazonia, do, documen..., exercito, fraude, general, heleno, indigena, internacionalização, laudo, raposa, reserva, selvagem, serra, soberania, sol, tarso, vida
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Reserva Raposa Serra do Sol-Jornal da Globo parte 2/3
By oberrodaformiga

http://oberrodaformiga.blogspot.com
O laudo antropológico feito para justificar a demarcação em área contínua da Reserva Raposa Serra do Sol foi uma fraude. Essa é a afirmação feita pelo historiador roraimense Riobranco Brasil, que disse ter provas conclusivas que alegam que apenas uma pessoa elaborou o documento, ao invés de um grupo de trabalho, como mandava a Justiça. O historiador caracteriza o laudo como a maior peça farsante já produzida e que chegou a induzir as autoridades federais, na ocasião, o presidente Luizs Inácio Lula da Silva e o então ministro da Justiça, Marcio Thomaz Bastos, para oficializarem a demarcação da área indígena.
Os autos que comprovam a farsa estão reunidos no livro do autor, "Pedra Pintada, o Templo Sagrado", ainda em fase de publicação. Nele, Riobranco afirma que o grupo técnico, recrutado pela Funai para elaborar o relatório antropológico, nunca existiu. "O que se chama grupo se resume apenas em uma pessoa: a antropóloga Maria Guiomar de Melo, que foi a única que assinou o relatório", disse o historiador. "É de se supor que ela estivesse representando todo o grupo dos 27 técnicos das várias instituições envolvidas".
O processo de pesquisa foi realizado entre 1991 e 1993. Os 27 técnicos eram representantes da então Secretaria estadual de Meio Ambiente, Interior e Justiça de Roraima (Semaijus), por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), por membros do Conselho Indigenista Missionário (Cimi) e do Conselho Indígena de Roraima (CIR).
O grupo interinstitucional foi formado por dez índios indicados pelo CIR. Segundo Riobranco, isso demonstra a parcialidade por não constar representações de outras instituições e dos índios contrários à demarcação em área contínua. "Além do fato de o relatório não representar o pensamento dos membros do grupo técnico, é considerável a pouca representatividade desse grupo constituído pela Funai".
Para o pesquisador, a Assessoria Jurídica do Governo do Estado deve entrar com uma ação judicial pedindo a anulação do laudo e, conseqüentemente, a anulação da homologação de Raposa Serra do Sol.
Além disso, a Assembléia Legislativa deve convocar para depoimento a antropóloga Maria Guiomar de Melo, apontada como a responsável pela elaboração do laudo. "Ela vai ter que se explicar sobre a elaboração fraudulenta desse documento, que em nada justifica a operação da Polícia Federal de retirada dos não-índios da terra indígena".
O historiador afirma que um fato, semelhante ao que ocorre na Raposa, aconteceu há 104 anos, em que o Brasil perdeu uma gleba de 19.630 km para a Inglaterra. Trata-se da questão do Pirara, região localizada na época a Leste do Estado de Roraima.
Alegando estar proporcionando a exploração da riqueza britânica, o império inglês enviou ao lugar o explorador prussiano Robert Hermam Schomburgk, em 1835. Mais tarde, sob o argumento britânico de o território ser ocupado por tribos independentes que reclamavam a proteção inglesa, o Brasil reconheceu provisoriamente a neutralidade da área em litígio e retirou seus funcionários e o destacamento militar, com a condição de que as tribos continuassem independentes.
Logo, em 1842, uma expedição militar liderada por Schomburgk colocou marcos fronteiriços, demarcando a fronteira sem a anuência do governo brasileiro.
O feito foi chamado de "Linha Shomburgk". A questão se prolongou até 1904, quando, por fim, o Brasil aceitou o laudo arbitral do rei Vitor Emanuel III, da Itália, que deu ganho de causa à Inglaterra, perdendo o Brasil 19.630km2 de seu território (o rei italiano concedeu de volta ao Brasil os outros 13.570 km2) e, conseqüentemente, os afluentes da bacia do Essequibo. Com a conquista, a Inglaterra obteve acesso às águas do Rio Amazonas pelos rios Ireng e Tacutu.
"A argumentação de Schomburgk para que o Brasil perdesse a questão do Pirara é a mesma mentira que estão argumentando para o país perder Raposa Serra do Sol", disse Riobranco. "Naquela época, o rei italiano Vitor Manuel usou os índios como escudo e hoje a história se repete. Outros italianos estão usando novamente os índios como escudo".
Fabio Cavalcante é historiador
Tribuna da Imprensa


Tags: amazonia, do, documen..., exercito, fraude, general, heleno, indigena, internacionalização, laudo, raposa, reserva, selvagem, serra, soberania, sol, tarso, vida
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